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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Romaria Vocacional
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Local:
PR-082 - PR, Brasil
domingo, 5 de agosto de 2012
Tempo de Conversão e Graça
Os seminaristas diocesanos de Apucarana, durante 4 dias estiveram em retiro espiritual no Centro de Espiritualidade Rainha da Paz em Maringá. A orientadora do retiro para a filosofia foi a Irmã Judite Delmassa (Missionária do Santo Nome de Maria), trabalhando com os Exercícios Espirituais de Santo Inácio; já o orientador do propedêutico foi o Pe. Alberto Martins trabalhando a temática do Bom Pastor.
| Seminarista (propedêutico e filosofia) Pe. Albertinho e Pe Emerson |
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
A força de Mãe
A fortaleza é a virtude cardeal que supera os obstáculos, mantendo o espírito firme nos sacrifícios e nas provações. É importantíssima na vida espiritual de cada alma, já que a vida de perfeição e de santidade é uma luta constante contra inúmeros inimigos, internos e externos. A fortaleza cristã é força no sacrifício, coragem na luta e fidelidade na perseverança. Com a fortaleza, o cristão domina o medo, refreia a ira, reprime os ressentimentos, se enche de confiança e de paciência na adversidade, mantém-se firme contra a opressão da dor e da morte. A fortaleza demarca o caminho reto do dever sem temeridade e sem desânimo, domando o medo com a audácia, pronta para resistir e para agir, para suportar o ataque inimigo e partir para a ofensiva. No perigo, quando a vida é posta em risco, ela brilha com todo o seu esplendor e, por isso, é a glória dos mártires.
Também desta virtude, como de todas, encontramos em Maria um exemplo e modelo perfeito, que todos devemos admirar e imitar com empenho. Ela é a Virgem poderosa, aquela que esmaga a cabeça da serpente infernal, como lemos na Gênesis (3,15) e no Apocalipse (12,9). Já no Antigo Testamento encontramos prefigurada a fortaleza de Maria, como na figura de Judite, que, ousada e brava na luta contra o inimigo Holofernes, salva um povo prestes à desesperada rendição.
Ao cortar corajosamente a cabeça de Holofernes, comandante do exército inimigo, ela prefigura Maria esmagando a cabeça da serpente infernal, salvando com o Filho a raça humana, como co-redentora ao lado do Redentor. Ao lermos na fortaleza de Judite a fortaleza de Maria, vemos escrito que Maria era uma mulher forte, especialmente no Calvário, a ponto de que a história da salvação a apresenta como co-redentora com seu Filho para a salvação de todos os homens. A fortaleza e a pureza, a beleza e a coragem brilharam radiantes em Judite, e, em todas essas virtudes, ela prefigura a "bendita entre as mulheres" (Lc 1,42), a mulher forte por excelência, a imaculada, a guerreira invencível que esmaga a cabeça do inimigo com seu pé virginal.
Ao pensarmos na vida de Maria, como não supormos a grandeza da sua força quando, menina de três anos, consagrou-se para servir a Deus no templo, subindo as escadas com intrepidez admirável? Como foi grande a sua coragem ao fazer um voto de virgindade a Deus, indo contra as leis do mundo judaico! Ao aceitar tornar-se mãe do Redentor, conhecendo os sacrifícios cruéis e heróicos que acompanhariam essa missão! Ao permanecer, intrépida e forte, ao pé da cruz do seu Filho e seu Deus, tornando-se co-redentora da humanidade com ele! A beleza da fortaleza, o exemplo da Virgem Mãe, nos inspiram a santa ambição de tornar-nos mais fortes também, e de dar à virtude infusa da fortaleza a facilidade de um hábito adquirido. Todos podemos e devemos tornar-nos fortes para ir para o céu, lembrando as palavras de Jesus: "O reino dos céus é conquistado pela força, e só os violentos o conquistam" (Mt 11, 12).
Mas quais são os meios para conseguir esta virtude? O primeiro é a oração, intensa e contínua. O segundo é a consideração diligente da paixão de Cristo e da dor de Maria. O terceiro é a educação da vontade, treinando-a para fazer o que nos custa, para perseverar mesmo nas pequenas coisas. Que valor não têm diante de Deus os pequenos sacrifícios de cada dia, a rejeição espontânea de certas satisfações? O quarto e último meio é a vitória sobre as dificuldades atuais. Todos nos encontramos em alguma dificuldade: interna, externa, moral, física... São Boaventura o explica bem, dizendo que "nos acostumamos a suportar pequenos aborrecimentos, porque quem se deixa afetar por males pequenos nunca será capaz de tolerar os maiores". Se nos rendermos, acabamos recuando e abrindo a porta para novas derrotas.
Mas se estamos determinados a vencer, a vitória é certa e nos abre o caminho para novos triunfos. Vamos começar a trabalhar, portanto, sem demora e sem vacilações. Em vez de dobrar a cabeça, levantemos a testa e peçamos a Nossa Senhora que nos encha de confiança em Deus, certos de que Ele nos dará todas as graças necessárias para combatermos o mal, vencermos as barreiras e conseguirmos a santidade que ele próprio quer de nós.
P. Stefano Maria
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segunda-feira, 26 de março de 2012
Ó luz que o anjo traz à Virgem
Ó luz que o anjo traz à Virgem
da salvação és
mensageira.
Vai se cumprir a
profecia,
de gozo enchendo a
terra inteira.
O que do Pai no
eterno seio
eternamente foi
gerado,
escolhe Mãe em
nosso mundo,
sujeito ao tempo,
que é criado.
Ele se esconde em
carne humana,
preço de nossa
salvação,
para que o sangue
do inocente
trouxesse aos
crimes o perdão.
Verdade, em carne
concebida
dum seio virgem sob
o véu,
a vossa luz é dada
aos puros,
dai-nos tal luz,
que vem do céu.
E vós, humilde
coração,
Serva de Deus vos
proclamais,
agora sois do céu
Rainha,
sede a patrona dos
mortais.
Glória e louvor a
vós, Jesus,
da Virgem Mãe por
nós nascido,
a vós, ao Pai e ao
Espírito
louvor eterno é
devido.
Hino das Laudes da Anunciação
domingo, 4 de março de 2012
Mãe, dom de Deus
Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
(...)
Drummond de Andrade
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Ato de abandono
"Modela esta argila,
como o oleiro faz com o barro..."
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sábado, 21 de janeiro de 2012
São Vicente Palloti
Dia 22 de Janeiro
Vicente Pallotti nasceu em Roma , dia 21 de abril de 1795, numa família de classe média. Com sua mãe aprendeu a amar os irmãos mais pobres, crescendo generoso e bondoso. Enquanto nos estudos mostrava grande esforço e dedicação, nas orações mostrava devoção extremada ao Espírito Santo. Passava as férias no campo, na casa do tio, onde distribuía aos empregados os doces que recebia, gesto que o pai lhe ensinara: nenhum pobre saía de sua mercearia de mãos vazias. Às vezes sua generosidade preocupava, pois geralmente no inverno, voltava para casa sem os sapatos e o casaco. Pallotti admirava Francisco de Assis, pensou em ser capuchinho, mas não foi possível devido sua frágil saúde. Em 1818, se consagrou sacerdote pela diocese de Roma,onde ocupou cargos importantes na hierarquia da Igreja. Muito culto obteve o doutorado em Filosofia e Teologia.
Mas foi a sua atuação em obras sociais e religiosas que lhe trouxe a santidade. Teve uma vida de profunda espiritualidade, jamais se afastando das atividades apostólicas. É fruto do seu trabalho, a importância que o Concílio Vaticano II, cento e trinta anos após sua morte, decretou para o apostolado dos leigos, dando espaço para o trabalho deles junto às comunidades cristãs. Necessidade primeira deste novo milênio, onde a proliferação dos pobres e da miséria, infelizmente se faz cada vez mais presente.
Vicente defendia que todo cristão leigo, através do sacramento do batismo, tem o legítimo direito assim como a obrigação de trabalhar pela pregação da fé católica, da mesma forma que os sacerdotes. Esta ação de apostolado que os novos tempos exigiria de todos os católicos, foi sem dúvida seu carisma de inspiração visionária . Fundou, em 1835, a Obra do Apostolado Católico, que envolvia e preparava os leigos para promoverem as suas associações evangelizadoras e de caridade, orientados pelos religiosos das duas Congregações criadas por ele para esta finalidade, a dos Padres Palotinos e das Irmãs Palotinas.
Vicente Pallotti morreu em Roma, no dia 22 de janeiro 1850, aos cinqüenta e cinco anos de idade. De saúde frágil, doou naquele inverno seu casaco a um pobre, adquirindo a doença que o vitimou. Assim sendo não pôde ver as duas famílias religiosas serem aprovadas pelo Vaticano, que devolvia as Regras indicando sempre algum erro. Com certeza um engano abençoado, pois a continuidade e a persistência destas Obras trouxeram o novo ânimo que a Igreja necessitava. Em 1904, foram reconhecidas pela Santa Sé, motivando o pedido de sua canonização.
O papa Pio XI o beatificou reconhecendo sua atuação de inspirado e "verdadeiro operário das missões". Em 1963, as suas idéias e carisma espiritual foi plenamente reconhecido pelo papa João XXIII que proclamou Vicente Pallotti, Santo.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
São Sebastião, Mártir
Dia 20 de Janeiro
A reprodução do martírio de São Sebastião, amarrado a uma árvore e atravessado por flechas é uma imagem milhares de vezes retratada em quadros, pinturas e esculturas, por artistas de todos os tempos. Entretanto, nem todos sabem que o destemido Santo não morreu daquela maneira. O suplício das flechas não lhe tirou a vida, resguardada pela fé em Cristo. Vejamos como tudo aconteceu.
Sebastião nasceu em Narbônia, na Gália, atual França, mas foi criado por sua mãe em Milão, na Itália, de acordo com os registros de Santo Ambrósio. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do imperador Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos.
Ele fazia tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho Tibúrcio foram convertidos por ele. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve então, que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
O imperador da época era ninguém menos que o sanguinário Diocleciano, que lhe dispensara admiração e confiara nele, esperando vê-lo em destacada posição no seu exército, numa brilhante carreira e por isso considerou-se traído. Levado à sua presença, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas.
Após a ordem ser executada, Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado, pela mesma guarda pretoriana que antes chefiara. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado.
Depois, cumprindo o que lhe vinha da alma, ele mesmo se apresentou àquele imperador anunciando o poder de Nosso Senhor Jesus Cristo e censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condena-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.
Os algozes cumpriram a ordem e, para evitar a sua veneração, foi jogado numa fossa, de onde a piedosa cristã Santa Luciana o tirou, para sepulta-lo junto de São Pedro e São Paulo. Posteriormente, em 680, as relíquias foram transportadas solenemente para a Basílica de São Paulo Fora dos Muros, construída pelo imperador Constantino. Naquela ocasião em Roma a peste vitimava muita gente, mas a terrível epidemia desapareceu na hora daquela transladação. Em outras ocasiões foi constatado o mesmo fato; em 1575 em Milão, e em 1599 em Lisboa, ambas ficando livres da peste pela intercessão do glorioso mártir São Sebastião
No Brasil, diz a tradição, que no dia da festa do padroeiro, em 1565, ocorreu a batalha final que expulsou os franceses que ocupavam a cidade do Rio de Janeiro, quando São Sebastião foi visto de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os invasores franceses calvinistas.
Ele é o protetor da Humanidade, contra a fome, a peste e a guerra e é claro do cartão postal do Brasil, a cidade maravilhosa de São Sebastião do Rio de Janeiro.
A reprodução do martírio de São Sebastião, amarrado a uma árvore e atravessado por flechas é uma imagem milhares de vezes retratada em quadros, pinturas e esculturas, por artistas de todos os tempos. Entretanto, nem todos sabem que o destemido Santo não morreu daquela maneira. O suplício das flechas não lhe tirou a vida, resguardada pela fé em Cristo. Vejamos como tudo aconteceu.
Sebastião nasceu em Narbônia, na Gália, atual França, mas foi criado por sua mãe em Milão, na Itália, de acordo com os registros de Santo Ambrósio. Pertencente a uma família cristã, foi batizado ainda pequenino. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do imperador Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e protetor ativo dos cristãos.
Ele fazia tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho Tibúrcio foram convertidos por ele. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve então, que comparecer ante ao imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
O imperador da época era ninguém menos que o sanguinário Diocleciano, que lhe dispensara admiração e confiara nele, esperando vê-lo em destacada posição no seu exército, numa brilhante carreira e por isso considerou-se traído. Levado à sua presença, Sebastião não negou sua fé. O imperador lhe deu ainda uma chance para que escolhesse entre sua fé em Cristo e o seu posto no exército romano. Ele não titubeou, ficou mesmo com Cristo. A sentença foi imediata: deveria ser amarrado a uma árvore e executado a flechadas.
Após a ordem ser executada, Sebastião foi dado como morto e ali mesmo abandonado, pela mesma guarda pretoriana que antes chefiara. Entretanto, quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno encontrou-o vivo! Levou-o para casa e tratou de suas feridas até vê-lo curado.
Depois, cumprindo o que lhe vinha da alma, ele mesmo se apresentou àquele imperador anunciando o poder de Nosso Senhor Jesus Cristo e censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana após condena-lo, desta vez, ao martírio no Circo. Sebastião foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.
Os algozes cumpriram a ordem e, para evitar a sua veneração, foi jogado numa fossa, de onde a piedosa cristã Santa Luciana o tirou, para sepulta-lo junto de São Pedro e São Paulo. Posteriormente, em 680, as relíquias foram transportadas solenemente para a Basílica de São Paulo Fora dos Muros, construída pelo imperador Constantino. Naquela ocasião em Roma a peste vitimava muita gente, mas a terrível epidemia desapareceu na hora daquela transladação. Em outras ocasiões foi constatado o mesmo fato; em 1575 em Milão, e em 1599 em Lisboa, ambas ficando livres da peste pela intercessão do glorioso mártir São Sebastião
No Brasil, diz a tradição, que no dia da festa do padroeiro, em 1565, ocorreu a batalha final que expulsou os franceses que ocupavam a cidade do Rio de Janeiro, quando São Sebastião foi visto de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os invasores franceses calvinistas.
Ele é o protetor da Humanidade, contra a fome, a peste e a guerra e é claro do cartão postal do Brasil, a cidade maravilhosa de São Sebastião do Rio de Janeiro.
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sábado, 24 de dezembro de 2011
Natal da Vocação
Em
cada vocação vivida, assumida e comprometida é um natal que acontece,
pois o próprio Deus vem habitar em nosso meio, assumindo nossa pobreza e
transformando-nos em homens e mulheres apaixonados pelo Reino. Segundo o
teólogo suíço Hans Urs Von Balthazar a paixão é “assumir a vontade de
outra pessoa como nossa própria vontade, na liberdade”. Então, é Deus
quem nasce em nós e entre nós convertendo-nos em pessoas capazes de
viver sua Vontade e assim assumindo que Ele é o tudo em nossa vida.
Assim, natal e vocação são experiências profundas que se ligam ao
percurso da história da Salvação manifestada no momento atual de nossa
existência. O Emanuel, o Deus esperado não fica apenas nos escritos
bíblicos, nas narrativas evangélicas, mas percorre a história,
estendendo a Eterna Aliança aos povos e chega até nós através do
compromisso assumido na vocação. Somos continuadores da missão que se
estabelece a partir da Revelação. Somos o povo escolhido que clama
incessantemente por ter a oportunidade de viver por Deus, com Deus e em
Deus.
Comparando
ainda o Natal do Senhor com a nossa vida vocacional, podemos asseverar
que cada SIM respondido na generosidade, mediante o diálogo de amor que é
a vocação (Deus que chama por amor, o ser humano que responde porque é
amado e quer amar, Deus que nos envia pois confia e ama infinitamente), o
Senhor vem habitar a manjedoura que é coração do ser humano, onde
encontra repouso, acolhida e compromisso.
Viver
o Natal da Vocação é assumir Deus e nossa vida, é compreender que Deus é
nossa vida, que Deus é a Vida. Deixemo-nos transformar na paixão vivida
no Natal da Vocação. E que a música entoada pelos anjos, que cantaram
na noite santa, seja o testemunho dos cristãos que se lançam na divina
aventura de viver pelo Evangelho, no momento presente.
FELIZ NATAL!
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O Natal se aproxima!
"Desde já queremos desejar que Jesus venha nascer em cada coração, em cada vocação e em cada vida" SAV Diocesano
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Oração a Jesus Sacramentado
Senhor meu Jesus Cristo, que, por amor aos
homens, ficais dia e noite neste Sacramento, todo cheio de misericórdia e amor, esperando, chamando e acolhendo todos os que vêm visitar-Vos, eu creio que estais presente no Sacramento do altar. Adoro-Vos do abismo do meu nada e agradeço-Vos todas as graças que me tendes feito, especialmente a de Vos terdes dado a mim neste Sacramento, a de me haverdes concedido por advogada Maria, vossa Mãe Santíssima, e finalmente, a de me haverdes chamado a visitar-Vos nesta igreja. Saúdo hoje o vosso Coração amantíssimo e quero saudá-lo por três fins: primeiro, em agradecimento pelo grande dom de Vós mesmo; segundo, em reparação das injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com a intenção de Vos adorar, por esta visita, em todos os lugares da Terra onde Vós, neste divino Sacramento, estais menos reverenciado e mais abandonado. Meu Jesus, amo-Vos de todo o meu coração. Arrependendo- me de, no passado, ter ofendido tantas vezes a vossa bondade infinita. Proponho, com a vossa graça, não mais Vos ofender no futuro. E nesta hora, embora miserável como sou, eu me consagro todo a Vós e Vos dou e entrego a minha vontade, os meus afetos, os meus desejos e tudo o que me pertence. Daqui em diante fazei de mim, e de tudo o que é meu, o que Vos aprouver. Somente Vos peço e quero o vosso santo amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento da vossa vontade. Recomendo-Vos as almas do Purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Santíssima Virgem Maria. Recomendo-Vos também todos os pobres pecadores. Enfim, meu amado Salvador, uno todos os meus afetos aos afetos do vosso Coração amantíssimo e, assim unidos, eu os ofereço a vosso Eterno Pai, pedindo-Lhe, em Vosso nome e por vosso amor, que Se digne de os aceitar e atender. Assim seja. |
Santo Afonso Maria de Ligório - Oração para antes
da Visita ao Santíssimo Sacramento
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