terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vocação da família


Um dia para a família.
No segundo domingo do mês vocacional celebramos a vocação da família, tendo presente o dia dos pais. A família vem sofrendo muita violência e agressão, em seu sentido e em seus valores, passando por um processo de desestruturação. Mas é verdade também que existe um clima favorável à reflexão, à oração, ao afeto, à gratidão para com os pais, uma retomada do lugar fundamental da família. A família é chamada por Deus a ser pai, a ser mãe, a gerar vida, a ser testemunhas do amor e da fraternidade. É sinal de Deus Pai Criador. A Igreja no Brasil, consciente da importância da família no plano da salvação e no projeto de evangelização, quis lhe dedicar um dia especial. Nesse sentido o segundo domingo de agosto é dedicado à família como vocação e missão.


A vocação da família.

Se expressa na aliança da Trindade com a humanidade na continuidade e garantia da vida, e vida plena. Concretiza o projeto de Deus para os homens e mulheres que é vida e dignidade. No amor e na fidelidade da família se encontra o sinal visível e palpável, pelo sacramento do matrimônio, do amor e da fidelidade do próprio Deus.É o espaço e o ambiente ideal para aprofundar e formar a consciência vocacional das crianças, dos adolescentes, dos jovens; enfim, a responsabilidade vocacional de todos. Diz o Papa João Paulo II que "os pais servirão verdadeiramente a vida dos seus filhos, se os ajudarem a fazer da própria existência um dom, respeitando as suas escolhas maduras e promovendo com alegria cada vocação, mesmo a vocação religiosa e sacerdotal". Que grandiosa e bela vocação tem a família.

A família, celeiro das vocações.
A família, pelo sacramento do matrimônio, participa da missão educativa da Igreja, que é mestra e mãe. Denominada igreja doméstica a família oferece as condições favoráveis para o nascimento e o crescimento das vocações. As famílias têm a missão de educar seus filhos e filhas para uma autêntica vida cristã. Ao cultivarem os valores da fé a família abre espaços e tempos para que os filhos possam discernir o chamado de Deus. Na verdade uma autêntica família cristã, testemunha fiel no mundo e comprometida com os ministérios na comunidade, proporciona um confronto sadio entre os ideais e sonhos dos adolescentes e jovens com as propostas do Evangelho, às necessidades da Igreja e da humanidade. A família é o celeiro, é o campo e a messe, é a sementeira das vocações e dos ministérios.

Amor à família.
No dia da família, de sua vocação e de sua missão na Igreja e no mundo, elevemos nosso louvor a Deus e nossa gratidão aos pais e à família que temos. Mesmo que muitos homens e mulheres não assumiram sua responsabilidade de pais, mesmo que muitos filhos e filhas estejam abandonados e excluídos de um aconchego familiar, de uma casa, temos a responsabilidade de anunciar e propor a família e seus valores como fundamentais para que a vida não se perca e o Evangelho seja vivido e anunciado. Nossa vocação é a da inclusão de todos em uma família, que seja fraterna, justa, solidária, missionária, evangelizadora.

O exemplo de Nazaré. No ano vocacional da nossa Arquidiocese somos chamados a revalorizar o lugar e a importância da família no projeto de Deus e para a evangelização do mundo. Cremos que nas famílias cristãs e evangelizadoras surgirão muitas e santas vocações. Vamos seguir o exemplo da família de Nazaré que, em sua pequenez e humildade, se fez a servidora do Senhor. Somos todos a família de Deus.


Pe. Angelo Ademir Mezzari, RCJ

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Vocação à Família

Encontro das Famílias dos Seminaristas realizado em Junho de 2012, momento forte que ressalta a importância da Família na vocação e formação dos seus filhos

 Vocação é um chamado. Exige uma resposta. Na vida cristã, a vocação à família é um dom inestimável. A família é o berço de todas as outras vocações. A família é o lugar onde se desenvolvem nos seres humanos os seus relacionamentos mais significativos e especiais. É instituição divina desde a criação do mundo. "Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e os dois já não serão mais duas, mas uma só carne". A união entre o homem e a mulher é fundamental e querida por Deus. Os filhos são a bênção do casamento, que trás em seu bojo os sinais da fidelidade, da fecundidade e da eternidade.
Os sagrados laços do matrimônio despertam no homem e na mulher a vocação ao amor, dada por Deus mesmo a todo ser humano. Ele que é amor nos mandou amar como Ele mesmo. Criados à sua imagem e semelhança não poderia, de fato, ser diferente. O parágrafo 1604 do Catecismo da Igreja Católica chama nossa atenção para este dado importante do amor: "Deus que criou o homem por amor, também o chamou para o amor, vocação fundamental e inata do ser humano. Pois o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, que é amor. Tendo-os Deus criado homem e mulher, seu amor mútuo se torna uma imagem do amor absoluto e indefectível de Deus pelo homem. Esse amor é bom, muito bom, aos olhos do criador, que é amor. E esse amor abençoado por Deus é destinado a ser fecundo e a realizar-se na obra comum de preservação da criação: "Deus os abençoou e disse: sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28)".
Que o homem e a mulher foram criados um para o outro não se discute. Assim é afirmado na Sagrada Escritura: "não é bom que o homem esteja só". Daí o Senhor lhe faz uma companheira semelhante: "carne de sua carne, ossos de seus ossos". 
O matrimônio é a caracterização do início de uma nova família. Já não são mais dois, mas uma só carne. Além de ser uma instituição divina é também de índole natural. A união entre o homem e a mulher garante as gerações da prole ao longo dos anos. O Matrimônio é, portanto, uma aliança onde homem e mulher se unem pela vida toda, tendo em vista o bem de ambos e a geração e educação dos filhos. Foi o próprio Jesus que elevou esta união à dignidade de sacramento.
Muitas ameaças do mundo moderno hoje colocam em questão o verdadeiro sentido do matrimônio. Precisamos sempre mais resgatar o valor da família. O Beato Papa João Paulo II chama a família de "santuário da vida". Ao longo de todos os séculos a Igreja sempre trabalhou e zelou pela promoção da família e de seus valores. Afinal, ela tem consciência de que esta é de fundamental importância para o bem-estar de toda a humanidade. Quanto mais nossas famílias se estruturarem devidamente e sobre os alicerces da fé e da verdade, mais o mundo tomará consciência de sua verdadeira identidade e missão. O Concílio Vaticano II, no documento Gaudium et spes, ressalta que "a salvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar".
A família é a vocação natural dos seres humanos. As demais vocações são específicas e especiais e não poderiam existir não fossem famílias generosas a oferecer seus membros em vista de um bem comum. A família não exprime sua importância apenas entre seus membros, mas suas atitudes refletem sobre a sociedade como um todo, sem dúvida. Daí a afirmação do Concílio da necessidade da família na salvação de toda a humanidade.
No sacramento do matrimônio os noivos se aceitam um ao outro, unindo-se à oferenda de Cristo à sua Igreja. Assim como Cristo amou a Igreja, os cônjuges devem se amar também. São os esposos que se conferem mutuamente o sacramento, expressando diante de toda a Igreja ali reunida o seu consentimento. O sacerdote testemunha o consentimento que é dado um ao outro. A bênção sacramental é importante na celebração. O Catecismo da Igreja Católica no §1624 ressalta este aspecto de modo claríssimo: "as diversas liturgias são ricas em orações de bênção sobre o novo casal, especialmente sobre a esposa. Na epiclese deste sacramento, os esposos recebem o Espírito Santo como comunhão de amor de Cristo e da Igreja. É ele o selo de sua aliança, a fonte que incessantemente oferece seu amor, a força em que se renovará a fidelidade dos esposos. Toda esta configuração do sacramento está para confirmar e ressaltar que o matrimônio não é uma celebração exclusiva ou particular, mas um ato eclesial: isto se manifesta claramente na presença do ministro da Igreja, bem como dos presentes, as testemunhas. O casamento é um ato litúrgico, cria direitos e deveres na Igreja, entre esposos e filhos; é um estado de vida na comunidade de fé e sua celebração tem caráter público. 
Uma vez que os noivos se deram em casamento está constituída a nova família. Os filhos são frutos desse amor. O sacramento é o selo de Deus na vida do casal. Jamais pode ser dissolvido. Uma especial graça concedida ao casal é a graça que é o próprio Cristo: na união conjugal um deve ajudar o outro a se santificar, estando sempre unidos um ao outro e na aceitação e educação dos filhos. O amor que os une deve ser delicado e fecundo, sincero e firmado no temor de Deus.
O amor conjugal exige a indissolubilidade, a fidelidade e a fecundidade. Sinaliza o amor de Cristo com sua Igreja. Este amor é indissolúvel, pois nada pode romper, nenhuma miséria humana e nenhuma outra situação seria capaz de dissolver este amor; é fiel, porque dura de geração em geração, mesmo se a humanidade, no mal uso de sua liberdade, afastar-se de Deus e de seus santos ensinamentos; e fecundo, porque, como na vida do casal os filhos são frutos do seu amor, na Igreja Cristo oferece a vida aos que renasceram na água do batismo e com ele foram sepultados e irromperam tão logo vitoriosos e ressuscitados.
Jesus nasceu em uma família: a sagrada família de Nazaré. Filho de Maria e José. A igreja é a família de Deus. Nela todos são chamados a servir ao Deus vivo e verdadeiro: "Crê no Senhor Jesus e serão salvos tu e os de tua família". Nosso tempo urge que as famílias se convertam na fé e animem o mundo com a força que vem do próprio Deus. Ainda o Catecismo da Igreja Católica, no § 1656, ressalta esta necessidade: "Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hostil à fé, as famílias cristãs são de importância primordial como lares de fé viva e radiante. Por isso, o Concílio Vaticano II chama a família usando uma expressão antiga, de "igreja doméstica". É no seio da família que os pais são para os filhos, pela palavra e exemplo, os primeiros mestres da fé. E favoreçam a vocação própria a cada qual, especialmente a vocação sagrada".
O lar da família é o espaço privilegiado da educação, do cuidado e da ternura; é a escola da vida e da fé. Os pais são, portanto, o primeiro catequista de seus filhos. Cabe-lhes introduzir sua prole no caminho cristão e acompanhar todo o seu desenvolvimento nas diversas etapas do caminho da fé. É lá, também, o celeiro de vocações e de um suficiente e necessário desenvolvimento e enriquecimento da pessoa humana. As melhores e mais importantes lições vêm de casa. Ninguém deve estar privado da família. Assim também nossas igrejas, comunidades paroquiais devem ser casa e família para todos, especialmente para os mais cansados, excluídos e enfraquecidos. Seguindo a orientação de São Paulo, na carta aos Efésios, que os maridos amem suas esposas como Cristo amou a Igreja. Grandioso mistério de amor de um Deus que se revela e se deixa conhecer. 
“Que a família comece e termine sabendo onde vai, que o homem carregue nos ombros a graça de um pai; que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor e que os filhos conheçam a força que brota do amor” (Pe. Zezinho)!



† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Fonte: RV

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Atleta espanhol vai entrar para o seminário após os Jogos Olímpicos de Londres

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Um atleta da delegação olímpica espanhola decidiu consagrar a sua vida a Deus e vai entrar para o seminário assim que terminar sua participação nos Jogos de Londres. De acordo com a Catholic New Agency, Carlos Ballve, jogador de hóquei em campo, participa pela primeira vez das Olimpíadas e espera aproveitar esta “experiência incrível e preciosa” para “ganhar” mas também “para crescer na vivência da fé e na partilha de Deus com pessoas vindas de todas as partes do mundo”.
O final da prova olímpica vai marcar o início da sua caminhada para o sacerdócio, num seminário na Bélgica, depois de um período de discernimento iniciado em 2005. No Verão desse ano, a sua vida mudou radicalmente, enquanto estava num campeonato do mundo na categoria de sub-21.A sua equipe “começou muito mal” a competição e Carlos decidiu “assumir um compromisso com Deus”.
O jovem disse a Deus que “se ajudasse a equipe a melhorar a sua prestação” ele iria até Medjugore (pequena região da Bósnia Herzegovina onde alegadamente ocorreram aparições de Nossa Senhora) em peregrinação com o pai.A sua seleção “fez história”, conquistou uma inédita “medalha de bronze” e o atleta cumpriu a sua promessa.
No entanto, apesar do reforço que aquele episódio trouxe à sua fé, “alguma coisa dentro de si dizia-lhe” que faltava algo mais à sua vida, “era livre mas não era feliz”. E foi assim que, mesmo no auge da sua carreira, Carlos Ballve decidiu parar e partir em busca de Deus.
A organização dos Jogos de Londres, que se concluem a 12 de agosto, reservou espaços inter-religiosos de oração e silêncio para os 16 mil atletas de mais de 200 países, incluindo Portugal. O centro interconfessional da aldeia olímpica inclui mais de 50 clérigos cristãos, judeus, muçulmanos, budistas e hinduístas, entre outros, para "oferecer apoio, cuidado pastoral e ajuda espiritual”, bem como vários momentos de celebração e encontros de grupo, refere o site do evento.
Momento de Espiritualidade
No pátio da igreja Católica de São Francisco de Assis, perto da Vila Olímpica, em Londres, alguns voluntários da Finlândia, membros da organização evangélica “Youth with a mission”, fazem perguntas aos frades sobre a vocação católica. O espírito das Olimpíadas é também este, um novo diálogo entre as religiões cristãs e a vontade de alcançar juntos quem se afastou de Cristo. Nesta paróquia, frequentada por mais de mil pessoas todos os domingos, o grupo de jovens vindos da Finlândia, colabora com os frades vindos de Portugal, Argentina, Singapura, Ilhas Maurício, França, Colômbia e também da comunidade de Palestrina, perto de Roma.
Saem juntos pelas ruas ao redor da Vila Olímpica, os jovens vestindo uma camiseta com a frase “More than gold” (mais do que ouro), a organização ecumênica que organizou as atividades de evangelização em todo o Reino Unido, e os frades com sua veste marrom.
“Não fazemos proselitismo, impondo o cristianismo”, explica Alice Lamula, voluntária finlandesa, que está na capital inglesa junto com seu marido, “procuramos fazer perceber aos presentes que os amamos e que nosso afeto vem de Jesus”. Depois os convidamos para as celebrações ou a tomar alguma coisa no espaço aberto pela paróquia, organizado para receber os visitantes que chegam a Stratford para ver as competições.
“No metrô as pessoas ficam curiosas ao ver nossa roupa e fazem perguntas. Isto é também uma maneira de testemunhar Cristo”, explica padre Anthony Cho. “Por ocasião da cerimônia de abertura dos jogos organizamos uma festa: as pessoas de várias comunidades trouxeram comida e fizemos torcida uns pelos times dos outros, olhando as Olimpíadas num telão”. Para Padre Cho, os Jogos Olímpicos são uma ótima oportunidade para melhorar as relações dentro dessa comunidade multicultural em que os paroquianos vivem, com origens em diferentes países do mundo: Europa do Leste, Malásia, Singapura, Caribe.
“Até o dia 10 de agosto, ficará exposto o Santíssimo Sacramento das 9h da manhã até às 18h, locais, e haverá quatro noites dedicadas às orações de Taizé. No último dia das Olimpíadas, 12 de agosto, o bispo de Brentwood, dom Thomas McMahon, celebrará a missa de ação de graças”, diz o padre Anthony Cho.
CNBB

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Testemunho Vocacional


Testemunho do Seminarista Diocesano José Antonio Ferreira


“Mestre, por causa da tua Palavra, lançarei as redes”. (Lc 5,5).

Acredito que minha história vocacional deu-se desde muito cedo. Nasci em uma família extremamente católica, pais, tios e avós sempre ligados à Igreja através de catequese, ministros de liturgia, entre outros. Sempre fui motivado a estar participando da vida na Igreja, através de encontros de oração, novenas, catequese, e também e mais importante, a Santa Missa. Creio que o primeiro chamado de Deus ocorreu quando terminei a quinta etapa, em preparação para o Sacramento do Crisma. Sentia um desejo de estar participando mais ativamente das atividades, e com doze anos me tornei auxiliar na catequese em minha comunidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, da Paróquia Cristo Sacerdote. Com o passar do tempo, percebi que somente auxiliar na catequese, não estava sendo suficiente. Sentia a vontade de ajudar cada vez mais. Após ser crismado, tive a experiência de participar das Santas Missões Populares em minha paróquia, juntamente com minha mãe e também uma ministra. Com dezoito anos de idade, e sete anos de caminhada na catequese de minha paróquia, assumi a coordenação da catequese na comunidade. Foi um trabalho muito gratificante, onde me sentia feliz, mas ainda assim sentia algo faltar.
No ano de dois mil e oito, em janeiro, tive a oportunidade de visitar o Santuário Nacional de Aparecida e também a Fazenda Esperança em Guaratinguetá/SP. Acredito que ali, em meio às montanhas que cercam a fazenda e durante uma oração solitária na capela dedicada a Frei Galvão, que consegui discernir e reconhecer o chamado de Deus em minha vida. Foi uma linda noite e me sentia a cada passo dentro da capela, estar mais ligado a Deus e disposto a essa vida de doação e serviço pelo seu Reino. Comecei a fazer os encontros vocacionais, com a Congregação dos Oblatos de São José, e em fevereiro de dois mil e nove, ingressei no Seminário Nossa Senhora de Guadalupe em Ourinhos/SP. Após um período de experiência, retornei à Apucarana e iniciei o acompanhamento vocacional na Diocese de Apucarana. Em fevereiro de dois mil e dez, ingressei no Seminário Maior Diocesano São João Maria Vianney, onde hoje estou cursando o terceiro ano do curso de Filosofia e atualmente desenvolvendo meus trabalhos pastorais na Catedral Nossa Senhora de Lourdes.
Agradeço infinitamente a Deus em primeiro lugar pelo chamado a estar ao seu serviço. Tenho fé que juntamente com a ajuda de meus familiares, formadores, amigos seminaristas e comunidade conseguirei fazer um ótimo caminho de discernimento e estar sempre disponível ao serviço. Que Deus nos abençoe sempre. Amém.

domingo, 5 de agosto de 2012